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[:pb]A e-NABLE é uma comunidade de pessoas que usa a impressão 3D para “dar uma mão” a quem precisa. Literalmente, com o perdão do trocadilho. Mas é precisamente esse o slogan, por sinal bem longo, que resume o objetivo fundamental do projeto: “A Global Network Of Passionate Volunteers Using 3D Printing To Give The World A ‘Helping Hand’”. Logo, o trocadilho neste caso é até desejável, inclusive pela simbologia do gesto de usar a mão para conectar-se fisicamente com o mundo e com o outro, que acabou por tornar-se também um símbolo do projeto.

Mas voltemos à questão principal: doar uma prótese de mão a quem precisa. A ideia, além de simples, encontra na impressão 3D a possibilidade mais real que nunca de fazer com que essa comunidade se conecte globalmente e aja localmente em prol de uma causa social tão nobre. Mas, por outro lado, os desafios ainda são enormes e vão muito além da causa em si. cialis sans ordonnance “Há cerca de um mês, a e-NABLE atingiu a marca de 10 mil voluntários no mundo todo. E aí veio a questão: como gerenciar tudo isso? O ponto mais importante desse trabalho, que é um trabalho voluntário, não é só ajudar quem está precisando, mas é também tomar o cuidado de não dar um passo atrás e piorar uma situação preexistente”, explica Everton Lins, líder do Comitê de Planejamento Estratégico da e-NABLE, capítulo Brasil.

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Everton Lins participou de debate durante encontro na UNIFESP


A divisão por comitês entre países foi a solução encontrada para integrar os 10 mil voluntários do projeto. “A função do comitê é trabalharmos iniciativas globais para que a gente consiga fazer com que esse trabalho tenha o mínimo de controle que a gente precisa para que possamos garantir a segurança e efetividade do que está sendo feito”, comenta. E enfatiza: “se você não possui uma avaliação prévia de um profissional da saúde, como você sabe que aquela determinada prótese é a mais indicada [para um tipo de paciente]”?

Everton chama a atenção para importância da interdisciplinaridade na composição das equipes voluntárias no projeto. E faz um alerta muito importante também: “se não tivermos pessoas olhando por esses pacientes que estão recebendo a prótese, cuidando do processo de reabilitação, a gente vai acabar entregando um brinquedo para uma criança, quando a nossa intenção, na verdade, é ajudar essas crianças e adultos a serem reabilitados”.

Everton falou sobre o projeto e-NABLE Brasil, sua importância para a socidade como um todo e, claro, como se tornar um voluntário na rede, durante o encontro Escola de Inverno de Biomecânica da UNIFESP:
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3 COMENTÁRIOS

    • Olá Manuel, aqui é o Everton da e-NABLE. Você pode acessar o link e-nablebrasil.org e clicar no banner Quero Ser voluntário. Lá verá várias opções. Hoje estamos precisando muito de voluntários para ajudar nas mais diversas tarefas. Será um prazer receber seu contato!

  1. Boa Tarde Everton!
    Sou terapeuta ocupacional em uma instituição que atende pacientes com quadro neurológico grave que precisam de adaptações e órteses para melhorar a qualidade de vida e proporcionar uma maior independência. Vi o site e gostaria de saber se é fácil conseguir os moldes para impressão de órteses e adaptações. Obrigada!

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