Semana passada divulgamos o link de um tutorial de Fusion 360 com o especialista Rudi Pivetta. Neste post, temos uma espécie de “continuação” daquela matéria, já que o Fusion 360 trata da modelagem 3D, ao passo que o Simplify3D seguirá para a próxima etapa (e não menos importante, claro) no processo de impressão 3D, que é justamente o fatiamento do objeto 3D e, finalmente, a preparação do arquivo que será enviado à máquina para somente então ser impresso em 3D.

Simplify3D

Leonardo Oliveira é formado em Desenho Industrial pela FMU, e ainda na faculdade começou a pesquisar o desenvolvimento de protótipos e técnicas de manufatura aditiva, o que o levou a especializar-se no software de modelagem Rhinoceros e também no Simplify3D. Com o primeiro, trabalha a manufatura aditiva em diversos segmentos, desde a produção de simples moldes à (re)criação ou mesmo reforma de velhos produtos que ganham novos usos, como é o caso, por exemplo, de cabos de vassoura que servem de insumo para a criação de luminárias. Já com o segundo, testa a “compatibilidade universal” do Simplify, que por sua vez funciona com centenas de modelos de impressoras 3D, além de todos os sistemas operacionais. 

No workshop realizado recentemente no Impact Hub, em São Paulo, Leo Oliveira apresentou aspectos gerais da impressão 3D, processos de prototipagem, tecnologia FDM, características peculiares do arquivo STL e, principalmente, como funcionam passo a passo o fatiamento e a configuração do Simplify3D. Leo acredita no poder do Simplify como ferramenta para gerar um bom resultado de impressão, sem que haja tanta necessidade de acabamento final na peça, por exemplo.

 

“Existem vários softwares de fatiamento de objetos 3D. Eu gosto de usar o Simplify por ser bastante acessível e apresentar recursos únicos de fatiamento, tornando o processo mais rápido e aumentando muito a qualidade de impressão final de um objeto, sem necessidade de acabamento manual”, explica ele, que é também designer 3D. 


De fato, o Simplify3D é bem conhecido por fornecer as “melhores estruturas de suporte disponíveis” – de acordo com o site oficial do projeto
permitindo que o usuário obtenha “o mais alto nível de qualidade de superfície para as impressões mais complexas”. E uma vez finalizada a impressão, os suportes são facilmente removidos sem o auxílio de ferramentas especiais ou pós-processamento. Um ganho em tanto, não é mesmo?


Mas não para por aí. O software também faz uma sugestão automática de onde o material de suporte deve ser adicionado, sendo que a possibilidade de personalizar esse suporte é uma das features favoritas dos usuários do Simplify, claro. “Adicione facilmente mais suporte em áreas que podem ser propensas a instabilidade ou remova suportes desnecessários para tempos de impressão mais rápidos”, diz o site oficial. Se você ainda não conhece o software, ficou curioso para testar? Se você já conhece, gostaria de se aprofundar nos estudos? Mergulhe então na verdadeira imersão em cada recurso da ferramenta, apresentada no vídeo abaixo pelo designer Leonardo Oliveira:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *